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terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Bolsa é um acessório na SÓ COURU'S
Bolsa é um acessório de moda feito de couro, tecido, plástico, palha, ráfia ou outros materiais, geralmente com alça (curta ou a tiracolo), usado por mulheres (e também por homens) e que serve para carregar diversos pequenos objetos, como dinheiro, chaves, maquiagem, cigarro, isqueiro, documentos, pente etc.

As bolsas menores, geralmente sem alça, e usadas em festas, são chamadas de carteiras ou bolsas de festa, e podem ser mais enfeitadas, com brilho, bordadas com miçangas ou metalizadas.
Origem - Não existe na História, referências de como seria a primeira bolsa. Mas, desde o início dos tempos, a comunicação já estava enraizada na vida humana e os povos primitivos já retratavam uma série de símbolos através das pinturas rupestres (pinturas em rochas), e esses povos registraram através dos desenhos os seus costumes. Foram encontradas pinturas com imagens femininas com bolsa penduradas no braço. As civilizações pré-históricos eram nômades, e se deslocavam de acordo com a necessidade de obter alimentos. Como já haviam descoberto que a pele dos animais servia para a proteção do corpo, podem ter desenvolvido também um sistema de receptáculos para carregar e proteger suas caças.
Uma das primeiras citações sobre bolsa feminina encontra-se na Bíblia, no livro de Isaías, capítulo 3:16, (palavras escritas por volta de 750 a.C.) e que diz:
Naquele dia tirará o Senhor os seus enfeites: os anéis dos artelhos, as toucas, os colares em forma de meia-lua, os brincos, os braceletes, os vestidos, os diademas, as cadeias dos artelhos, os cintos, os amuletos, as caixinhas de perfumes, os mantos, os xales, as bolsas, os espelhos, as capinhas de linho e as tiaras.
O alforje, predecessor das bolsas, era um saco de couro que podia ser usado na cintura, nos ombros ou na sela dos animais. Era uma a bolsa utilizada principalmente pelos homens, para carregar alimentos ou dinheiro, durante a Idade Antiga.
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

COURO TA NA MODA
O couro é a pele curtida de animais, utilizada como material nobre para a confecção de diversos artefatos para o uso humano, tais como: cintos, carteiras, malas, pastas, bolsas, entre outros.
Histórico - No Egito antigo, encontraram-se pedaços de couro curtidos cerca de três mil anos A. C. Na China, a fabricação de objetos com couro já era efetuada muito antes da Era Cristã. A história registra, ainda, que babilônicos e hebreus usaram processos de curtimento, e que os antigos gregos possuíram curtumes. Além disso, os indios norte americanos também conheciam a arte de curtir. A partir do século VIII, os árabes introduziram na Peninsula Ibérica a indústria do couro artístico, tornando famosos os couros de Córdova. Em Pérgamo desenvolveram-se, na Idade Antiga, os célebres "pergaminhos", usados na escrita e que eram feitos com peles de ovelha, cabra ou bezerro. Com o couro eram feitos, também, elmos, escudos e gibões. Os marinheiros usavam-no nas velas e nas embarcações de navios. No Brasil, desde que a colonização se intensificou, os rebanhos se multiplicaram rapidamente. Os curtumes eram instalados facilmente e o couro era utilizado para fazer alforjes, surrões, bruacas, mochilas, roupas, chapéus, selas, arreios de montaria, cordas e muitas outras utilidades. A região de maior concentração de curtumes de ribeira ficam localizados no centro-oeste do Brasil, devido a proximidade dos rebanhos. Em Portugal é em Setúbal.
Utilização - Nos útimos anos, em virtude de ser um material de custo alto, pela tendência da moda e outras exigências da vida moderna, ampliou-se consideravelmente o mercado de materiais diversos: sintéticos e naturais em substituição ao couro. Também alcançou grande projeção no mercado o couro reconstituído ("recouro"), um misto de aparas de couro, resinas e outros produtos. De qualquer forma, o couro não perdeu sua posição de material nobre, sendo requisitado para a confecção de estofados (mobiliário e automotivo), calçados, cintos, carteiras, maletas, pastas e marroquinaria no mundo inteiro. O couro bovino é o mais utilizado, entretanto, tem crescido a procura de couros suíno, caprino, ovino e de outras espécies de animais como o jacaré, cobra e atualmente, de rã e peixe.
Divisão - O couro bovino compõe-se duas partes importantes:
Flor é a parte externa do couro que, antes do uso, é submetida a tratamentos especiais.
Carnal é a parte interna, fibrosa. Às vezes recebe tratamento para substituir a flor.
O couro é considerado de boa qualidade quando apresenta fibras consistentes, elasticidade, boa aparência e facilidade de manipulação.
Pode-se classificar o couro em partes principais e secundárias, cada uma delas sendo adequada à confecção das diversas peças que vão compor os produtos de couro.
Tradicionalmente os couros se dividem em:
- Culatra ou Lombo
- Espádua
- Pescoço ou cabeça
- Garras
- Barriga
Defeitos mais comuns no couro

Berne - São furos encontrados no couro, causados pela larva da mosca conhecida como berne. Em peles envernizadas ou prensadas, deve ser feita uma verificação pelo carnal, pois o defeito normalmente não é visível por ser coberto pelo verniz ou pelo deslocamento do material próximo ao furo.
Carrapato - São marcas feitas pelo carrapato, e aparecem nos couros que não têm a flor lixada.
Cortes de esfola - São cortes que aparecem no couro, às vezes não o transpassando, causados por faca, quanto da retirada do couro do animal abatido.
Marcas de fogo - São defeitos causados pelas marcas de identificação do animal, que causam grande prejuízo nos couros.
Riscos - São defeitos causados normalmente por chicote, arame farpado ou mirão, e que aparecem na flor do couro.
Veias - São as artérias do animal, que por problemas de estrutura se alargam e ficam perto da flor, aparecendo após o curtimento.

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domingo, 2 de dezembro de 2007

Troque de bolsa na SÓ COURU'S www.socourus.com.br. Muita mulher tem preguiça de trocar a bolsa durante a semana. Escolhem uma bolsa que acreditam que combina com absolutamente tudo em seu guarda-roupa e ficam anos sem trocá-la.
Por acaso você é uma delas?
A questão é que, além de ser monótona, normalmente está tática não dá muito certo. Uma bolsa que é perfeita para um terninho, não combina necessariamente com um jeans e uma blusa mais informal. Procure sempre adequar o estilo da bolsa ao grau de formalidade do ambiente. Há bolsas que transmitem uma imagem mais clássica e formal, enquanto outras combinam mais com trajes informais. O que determina isto é o formato, o material e cores usadas: Quanto mais estruturada a bolsa, mais formal ela parece. Quanto mais molenga, mais informal. Couro é o material mais nobre e mais formal, seguido pela camurça. Náilon e tecido são bem informais. Tecidos estampados ou com desenho são mais informais ainda. Cores escuras e neutras transmitem mais formalidade do que cores claras e vivas. Quanto mais ferragens, tachas, ilhoses, recortes e costuras a bolsa tiver, mais informal ela é. Bolsas com diferentes graus de formalidade, começando com a mais formal e terminando com a mais informal. A bolsa não precisa ser da mesma cor do sapato. Você pode combiná-la com alguma cor na roupa, algum acessório ou até com a cor do seu cabelo (loiras com beges, morenas com café ou preto e ruivas com pinhão). Além disto, o sapato deve seguir o mesmo grau de formalidade da bolsa.

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